«Em vez de tecidos finos, usava um cilício sobre a pele nua, o pão regado de lágrimas substituía as refeições opíparas e o seu pranto misturava-se ao que bebia. Submetia o corpo a tal austeridade que quase o aniquilava tanto pelo frio como pela falta de comida. Em pleno Inverno , partia o gelo à machadada e enfiava-se na água até ao pescoço, aí permanecendo até o frio lhe penetrar totalmente o corpo.»
“O Prazer na Idade Média"
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